Alerta

2 weeks ago 24

Erika Kokay é favorável a que dados da população brasileira sejam guardados por empresas públicas

Hylda Cavalcanti
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A deputada federal Erika Kokay (PT-DF) é favorável a que dados da população brasileira sejam guardados por empresas públicas. Em vídeo que gravou para a campanha “Salve Seus Dados”, ela alertou para os riscos de privatização da Dataprev e do Serpro e ressaltou a questão da ética no uso das informações dos cidadãos.

Estratégica

Segundo a parlamentar, a manutenção dos dados e informações da população, das empresas e do país pelas duas empresas públicas é estratégica. “Esses dados são importantes demais para ficarem nas mãos de empresas que visam apenas, ou principalmente, o lucro”, afirmou ela.

Auditoria

Conforme a Coluna já divulgou anteriormente, a senadora Leila Barros (Cidadania-DF) apresentou requerimento pedindo ao TCU auditoria no INEP. O requerimento foi aprovado pelo Senado e agora a Corte terá de averiguar a capacidade da autarquia para elaborar e aplicar o Enem e o Enade, bem como as sucessivas crises lá observadas.

Gravidade

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De acordo com a senadora, “o Inep já está no quinto presidente em menos de três anos de governo”. “Além disso, houve uma redução no orçamento do instituto e tivemos as manifestações de servidores denunciando assédio e interferência política na elaboração das provas. São fatos graves e que devem ser apurados”, acrescentou.

Desdobramentos

A reação dos senadores à crise do Inep deve ter mais desdobramentos. A Comissão de Educação da Casa pode instalar uma subcomissão para acompanhar a situação do órgão de perto. O colegiado poderá convocar, outra vez, para esclarecimentos, o ministro da Educação, Milton Ribeiro, o presidente do Inep, Rodrigo Dupas, e servidores.

Insatisfação

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Falando ainda no Inep, o deputado federal Professor Israel (PV-DF), que tem atuação intensa na área de Educação, não ficou satisfeito com as informações dadas até hoje, pelo presidente do instituto, Danilo Dupas, sobre a crise da entidade.

Assédio

“Ele não conseguiu responder a questões importantes colocadas por nós parlamentares e estamos recebendo documentos comprobatórios por parte das associações de servidores que demonstram a situação de assédio institucional”, afirmou Israel.

Rotatividade

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Danilo Dupas é o quinto nome a assumir a presidência do Inep desde o início do atual Governo. Na avaliação do deputado, essa rotatividade de gestores é nociva para a entidade. “Já se vão cinco presidentes do Inep. Não há política pública que se consolide em meio a tanta instabilidade”, criticou.

Acompanhamento

Líder do Governo na Câmara Legislativa do DF (CLDF), o deputado distrital Hermeto (MDB) tem acompanhado todos os processos da obra de duplicação da via que liga o Guará ao Núcleo Bandeirante. O objetivo é reformular o sistema viário neste trecho, onde passam aproximadamente 12 mil veículos por dia.

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Importância

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Um dos grandes apoiadores da obra, pela qual trabalhou, ele afirmou que tal duplicação será importante para a comunidade. “É um projeto muito aguardado, que vai melhorar significativamente a vida de quem trafega por lá, diminuído o tempo para a travessia deste trecho em horários de pico”, destacou.

Homenagem

O deputado Claudio Abrantes (PDT) homenageou esta semana a vítima de feminicídio Letícia Curado, morta em 2019 que estaria completando agora 29 anos.
Ele leu, durante sessão da CLDF, uma carta da mãe de Letícia, Kenia Souza, e destacou a importância desse tipo de crime ser combatido com firmeza.

“Câncer”

“A lembrança da Letícia deve continuar nos inspirando a lutar contra esse câncer da sociedade que é o feminicídio. Ela tinha um futuro muito promissor”, disse. “Esse assassinato nos envergonha a todos”, ressaltou também o deputado Roosevelt Vilela (PSB), que é primo em segundo grau da vítima.

Crítica

A deputada distrital Arlete Sampaio (PT) fez uma crítica dura na última quarta-feira (17) sobre o comportamento de alguns veículos de Imprensa à cobertura da viagem do ex-presidente Lula à Europa.

Estadista

Arlete afirmou que Lula foi recebido como estadista em vários países, com especial destaque para a França, onde além de ter sido elogiado e saudado pela prefeita de Paris, teve uma conversa longa com o presidente Macron.

Omissão

“Pergunto-me às vezes para que serve a Imprensa, se não para nos informar. O que temos visto são alguns veículos que tentam manipular a opinião pública omitindo essa viagem”, reclamou ela. Em tempo: o Jornal de Brasília divulgou as andanças de Lula.

Pedido

A Associação Nacional da Advocacia Negra entrou com pedido de investigação e posterior impugnação em todas as 27 seccionais da OAB em função das denúncias que tem recebido de que muitas das chapas não estão cumprindo com as exigências de colocar 30% de negros entre os seus integrantes.

Sem retornos

Representantes da entidade tomaram a iniciativa porque, conforme contaram, pediram esclarecimentos às comissões eleitorais de todas as seccionais, mas somente sete deram retorno. A princípio, eles evitam dar o nome das chapas com suspeita de descumprimento dessa norma.

Representatividade

“Não queremos tirar o espaço de ninguém, mas se você não se vê representado em uma diretoria, acaba não pertencendo à classe à qual pertence e com a qual contribui”, afirmou Marcelo Toledo, presidente da Comissão Especial de Mapeamento e Monitoramento da Advocacia Negra na Ordem (Cemmana).

Dignidade

Presidente da Comissão de Direitos Humanos da CLDF, o deputado distrital Fabio Felix (Psol) colocou o colegiado à disposição do público LGBTQIA+ para a discussão de políticas públicas que garantam cidadania e mais dignidade para essas pessoas.

São Sebastião

Felix fez um pronunciamento indignado na Casa sobre a situação de violência de gênero observada por meio da agressão sofrida pela ativista transexual Scarlety Vasconcelos recentemente, na saída de um bar em São Sebastião.

Rigor

Afirmou que o caso não apenas será acompanhado pela comissão como ele pretende trabalhar “de forma enérgica para que a investigação aconteça e que as consequências sejam rigorosas”, conforme frisou.

Assédio

Trabalhadores Justiça a terão oportunidade de falar de maneira sigilosa sobre casos de assédio moral, sexual ou preconceito que sofreram. A iniciativa consiste em pesquisa a ser realizada pelo CNJ entre 22 de novembro e 3 de dezembro. Trata-se de um questionário a ser aplicado a todos os integrantes do Poder Judiciário.

Realidade

Segundo os organizadores, o objetivo é conhecer a realidade das unidades de Justiça em relação ao tema. A pesquisa ouvirá desde magistrados a servidores, estagiários e colaboradores terceirizados. O estudo assegura o sigilo de todos participantes e os resultados deverão ser apresentados já em dezembro.


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