Bolsonaro defende auxílio a caminhoneiro e fala em novo reajuste de combustível

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Governo Federal

- Publicada em 22/10/2021 s 17h18min.

Ao lado de Guedes, o presidente defendeu o aux

Ao lado de Guedes, o presidente defendeu o auxlio de R$ 400 at o fim de 2022 para ajudar os caminhoneiros a suportarem o custo do aumento do diesel


Alan Santos/PR/JC

Ao lado do ministro da Economia, Paulo Guedes, o presidente Jair Bolsonaro defendeu nesta sexta-feira (22) o auxílio de R$ 400 até o fim de 2022 para ajudar os caminhoneiros a suportarem o custo do aumento do diesel e voltou a falar de aumento no preço de combustíveis. "Sabemos que estamos na iminência de um mais um reajuste de combustíveis e, quando isso vai para o diesel, influencia diretamente na inflação. O caminhoneiro que transporta cargas pelo Brasil merece ter uma atenção da nossa parte. Foi decidido então um auxílio aos mesmos que custará menos de R$ 4 bilhões por ano, também previstos no orçamento", afirmou Bolsonaro, após encontro na sede do Ministério da Economia.

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Ao lado do ministro da Economia, Paulo Guedes, o presidente Jair Bolsonaro defendeu nesta sexta-feira (22) o auxílio de R$ 400 até o fim de 2022 para ajudar os caminhoneiros a suportarem o custo do aumento do diesel e voltou a falar de aumento no preço de combustíveis. "Sabemos que estamos na iminência de um mais um reajuste de combustíveis e, quando isso vai para o diesel, influencia diretamente na inflação. O caminhoneiro que transporta cargas pelo Brasil merece ter uma atenção da nossa parte. Foi decidido então um auxílio aos mesmos que custará menos de R$ 4 bilhões por ano, também previstos no orçamento", afirmou Bolsonaro, após encontro na sede do Ministério da Economia.

O presidente reconheceu que a Petrobras deve voltar a elevar os preços dos combustíveis nas refinarias nas próximas semanas.

"Não temos bola de cristal, nós sabemos que aumentando o preço do petróleo lá fora e com a variação do dólar aqui dentro, um reajuste tem que ser cumprido em poucos dias pela Petrobras", acrescentou o presidente da República.

Bolsonaro ainda voltou a reclamar que tudo que acontece com a Petrobras é colocado como sua responsabilidade. "Indicamos presidente, mas não temos ascendência sobre ela. A Petrobras é auditada e fiscalizada por quase uma dezena de órgãos. Não existe da nossa parte um congelamento de preços, sabemos que as consequências (de um congelamento) são piores que o aumento de preços em si", concluiu.

Agncia Estado

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