EUA alertam que Rússia planeja atacar Ucrânia

1 month ago 18

Os presidentes dos Estados Unidos, Joe Biden, e da Rússia, Vladimir Putin, têm uma conversa marcada na terça-feira, para aparar arestas. Mas, enquanto o telefone não toca, a tensão cresce rapidamente. Segundo assessores de Biden e um documento obtido pelo jornal Washington Post, informações de inteligência dos EUA indicam que os russos tenham planos de atacar a Ucrânia com 175 mil soldados nos próximos meses.

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Os presidentes dos Estados Unidos, Joe Biden, e da Rússia, Vladimir Putin, têm uma conversa marcada na terça-feira, para aparar arestas. Mas, enquanto o telefone não toca, a tensão cresce rapidamente. Segundo assessores de Biden e um documento obtido pelo jornal Washington Post, informações de inteligência dos EUA indicam que os russos tenham planos de atacar a Ucrânia com 175 mil soldados nos próximos meses.

A Rússia nega qualquer operação militar, mas está mobilizando tropas na fronteira com a Ucrânia e exigindo garantias de que os ucranianos não se tornem membros da Otan e ameaçando retaliar caso a aliança envie soldados à região.

"Os planos russos preveem uma ofensiva militar contra a Ucrânia no início de 2022, com uma escala de forças duas vezes maior do que vimos no ano passado, durante o exercício da Rússia na fronteira ucraniana", afirmou um funcionário do governo, falando sob condição de anonimato. "Os planos envolvem 100 grupos táticos de batalhão com uma estimativa de 175 mil soldados, junto com blindados, artilharia e equipamento."

O documento da inteligência norte-americana, obtido pelo Washington Post, inclui fotos de satélite que mostram as forças russas se concentrando em quatro locais. Atualmente, 50 grupos táticos estão posicionados com tanques e artilharia, segundo o jornal.

Autoridades norte-americanas dizem que é impossível saber se Putin decidiu ou não executar o plano de guerra. A invasão desencadearia uma crise na Europa e no governo Biden, que empenhou sua palavra na preservação da integridade territorial da Ucrânia.

O governo ucraniano garante que a Rússia tem 94 mil soldados na fronteira. Os EUA dizem que o número não passa de 70 mil, mas que é possível uma rápida mobilização de até 175 mil e descreve o movimento de grupos táticos "para ofuscar as intenções russas e criar um clima de incerteza".

Além das tropas, a Casa Branca está preocupada com uma mobilização de 100 mil reservistas de Moscou. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelinski, acusou um grupo de russos e ucranianos de tentar um golpe de Estado financiado por Rinat Akhmetov, homem mais rico do país.

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