Pia projeta seleção com estilos diferentes em amistosos contra a Austrália

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Neste sábado (23), a bola vai rolar para Brasil x Austrália e, pela primeira vez, Pia Sundhage comandará a seleção feminina diante das donas da casa. Com um recente histórico de rivalidade, as duas equipes voltam a se enfrentar depois de dois anos. Na véspera do primeiro duelo, nesta sexta-feira, a técnica sueca aproveitou para projetar o que espera no segundo teste após a disputa dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020.

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Neste sábado (23), a bola vai rolar para Brasil x Austrália e, pela primeira vez, Pia Sundhage comandará a seleção feminina diante das donas da casa. Com um recente histórico de rivalidade, as duas equipes voltam a se enfrentar depois de dois anos. Na véspera do primeiro duelo, nesta sexta-feira, a técnica sueca aproveitou para projetar o que espera no segundo teste após a disputa dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020.

Para a treinadora, o Brasil terá duas versões diferentes diante das donas da casa. Em entrevista coletiva, a sueca destacou a preparação especial para esta Data Fifa. Além disso, ressaltou o cronograma feito pela comissão técnica com o intuito de minimizar os efeitos da viagem e do fuso horário.

"Vamos jogar de modos diferentes porque temos que ter noção do nosso cenário. Não estamos aqui há nem uma semana e lidamos com um fuso horário diferente, além de uma longa viagem. Então, temos que ser muito cuidadosos para que todas sigam bem depois desses dois jogos. Vamos aproveitar para fazer muitas mudanças nos intervalos, porque queremos proteger as atletas e garantir que elas estejam bem", detalhou Pia.

A técnica projetou ainda o comportamento que espera da equipe brasileira diante das australianas. "Podemos usar a nossa velocidade no ataque, não apenas com jogadoras rápidas como Ludmila e Giovana, mas também com uma rapidez nas tomadas de decisão. Então teremos a chance criar algumas jogadas na área adversária. Isso será interessante!", destacou.

Quando o assunto é a qualidade das adversárias, Pia não economizou elogios para as donas da casa. Em Tóquio 2020, a Austrália terminou na quarta posição. Apesar da força das adversárias, a sueca demonstrou o desejo de mudar o histórico recente nos duelos entre as duas seleções. A última vitória brasileira diante das oponentes foi na Rio 2016, quando o Brasil eliminou as australianas nas quartas de final nas cobranças de pênalti. De lá pra cá, foram cinco jogos sem nenhum triunfo.

"A Austrália é um time muito bom, elas têm jogadoras muito interessantes, por exemplo, a Sam Kerr. Ela tem uma boa presença na área e é uma jogadora inteligente com grandes jogos na seleção e no clube. Essa será uma boa avaliação para vermos como iremos lidar diante de um adversário de estilo de jogo diferente. Mas não apenas isso, é a hora de vencer a Austrália. Se você olhar o histórico, há um tempo o Brasil não vence a Austrália e eu espero que a gente possa fazer isso acontecer mais cedo ou mais tarde", projetou.

Brasil e Austrália se enfrentam neste sábado (23), às 5h50min (de Brasília), no Commbank Stadium. O segundo duelo, no mesmo local, está agendado para a próxima terça-feira (26), às 6h05min.

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